09/2020 - Blog da Fórmula-1 de Daniel Dias - Dias ao Volante

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Hamilton vence a nonagésima em Mugello

Dias ao Volante
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A vitória de número 90 de Lewis Hamilton neste domingo em Mugello, a pista da Ferrari, que completou exatamente mil corridas na Fórmula-1, deveria ser saudada apenas com alegria, emoção e júbilo pelo piloto inglês da Mercedes estar a apenas uma conquista do recorde de Michael Schumacher. Deveria! Acontece que tem um piloto chamado de Valtteri Bottas que resolveu jogar tudo neste ano contra seu companheiro. E jogar tudo, que ele prometeu antes mesmo do início da temporada, significa jogar sujo, como houve na sua pole position na primeira prova do ano, na qual ele, garantido com o tempo para a pole, rodou de propósito na pista para que Hamilton não conseguisse superá-lo e ainda fosse punido por ultrapassar o limite de velocidade com bandeira amarela.
Pois bem, neste domingo, o finlandês – que a FIA, não sei o porquê (ou sei?), decidiu não punir neste ano, não importando o que ele faça de ruim na pista – poderia ter matado alguém. Como ocorreu na largada do GP da Itália de 1978, no qual os primeiros colocados diminuíram o ritmo na largada e provocaram o efeito cascata nos pilotos que vinham no meio do pelotão e resultou na morte do grande Ronnie Peterson (uma das fotos aí de cima, com muito fogo), Bottas, em primeiro lugar naquela altura da prova, desacelerou em uma relargada em movimento, para não dar vácuo para que o Hamilton o ultrapassasse. Com isso, houve o efeito cascata no meio do pelotão, com vários pilotos se batendo e quase pegando para valer o espanhol Carlos Sainz Jr., da McLaren, segundo colocado da prova anterior, em Monza. Sainz Jr. teve muita sorte e a ajuda do Halo para que não fosse decepado em plena pista (outra foto aí de cima).
Bottas, que nunca mereceu estar ao volante do melhor carro da F-1 no momento – desde 2014, aliás – foi o que é: um bandido, um patife, um débil mental, no sentido de não ter nada dentro da cabeça. A manobra insana de Bottas terminou com a corrida interrompida com bandeira vermelha. E vários pilotos foram para a conhecida salinha dos comissários para serem investigados. Vários, menos, claro, o Valtteri Bottas, o imune a punições neste ano. Hamilton, por outro lado, toma punição até se olhar feio para a cara de um comissário. Em Monza, na semana passada, a direção de prova roubou mais uma vitória do inglês ao fechar os boxes em tempo recorde na entrada de um safety car justamente para pegar o Hamilton. Neste domingo, por exemplo, o safety car entrou no início da corrida, Sebastian Vettel foi imediatamente para os boxes e nada aconteceu de punição para o piloto da Ferrari.
Amo a F-1 há muito tempo, mas essas coisas me causam enjoo no estômago. Botas é um patife, nada mais do que isso, e não merece estar em uma Mercedes e nem tão pouco ao lado do grande Lewis Hamilton em uma mesma equipe. O finlandês está consolidando a vice-liderança do campeonato – com mais uma desistência de Max Verstappen -, com um caminhão de desvantagem para Hamilton. Mas a segunda posição no campeonato para o segundo piloto da Mercedes é obrigação e, no caso, do Bottas, é sinônimo de último colocado na tabela de pontuação. E como a vida, ao contrário da FIA, pune, Hamilton reassumiu a ponta do GP da Toscana justamente pegando o vácuo do Bottas na primeira relargada com os carros parados no grid.
Mas, falemos de coisas boas. Lewis Hamilton parte, ainda neste ano, quem sabe daqui a duas corridas, em Nürburgring, para chegar a noventa e duas vitórias e se tornar o maior piloto de todos os tempos (que ele já é) também em números.

Resultado final:
1) L. Hamilton - Mercedes - 2h19min35s060
2) V. Bottas - Mercedes - a 4s880
3) A. Albon - Red Bull - a 8s064

4) D. Ricciardo - Renault - a 10s417
5) S. Perez - Racing Point - a 15s650
6) L. Norris - McLaren - a 18s883
7) D. Kvyat - Alpha Tauri - a 21s756
8) C. Leclerc - Ferrari - a 28s345
9) K. Raikkonen - Alfa Romeo - a 29s770
10) S. Vettel - Ferrari - a 29s983

11) G. Russell - Williams - a 32s404
12) R. Grosjean - Haas - a 42s036

13) L. Stroll - Racing Point - não completou
14) E. Ocon- Renault - não completou
15) N. Latifi - Williams - não completou
16) K. Magnussen - Haas - não completou
17) A. Giovinazzi - Alfa Romeo - não completou
18) C. Sainz Jr - McLaren - não completou
19) M. Verstappen - Red Bull - não completou
20) P. Gasly - Alpha Tauri - não completou

Melhor Volta - L. Hamilton - Mercedes - 1min18s833

Mundial de Pilotos 2020:
1) L. Hamilton - Mercedes - 190 pontos
2) V. Bottas - Mercedes - 135 pontos
3) M. Verstappen - Red Bull - 110 pontos
4) L. Norris - McLaren - 65 pontos
5) A. Albon - Red Bull - 63 pontos
6) L. Stroll - Racing Point - 57 pontos
7) D. Ricciardo - Renault - 53 pontos
8) C. Leclerc - Ferrari - 49 pontos
9) S. Perez - Racing Point - 44 pontos
10) P. Gasly - Alpha Tauri - 43 pontos
11) C. Sainz Jr - McLaren - 41 pontos
12) E. Ocon - Renault - 30 pontos
13) S. Vettel - Ferrari - 17 pontos
14) D. Kvyat - ALpha Tauri - 10 pontos
15) N. Hulkenberg - Racing Point - 6 pontos
16) K. Raikkonen - Alfa Romeo - 2 pontos
17) A. Giovinazzi - Alfa Romeo - 2 pontos
18) K. Magnussen - Haas - 1 ponto
19) G. Russell - Williams - 0 ponto
20) N. Latifi - Williams - 0 ponto
21) R. Grosjean - Haas - 0 ponto

Mundial de Construtores:
1) Mercedes - 325 pontos
2) Red Bull - 173 pontos
3) McLaren - 106 pontos
4) Racing Point - 92 pontos
5) Renault - 83 pontos
6) Ferrari - 66 pontos
7) Alpha Tauri - 53 pontos
8) Alfa Romeo - 4 pontos
9) Haas - 1 ponto
10) Williams - 0 ponto



Hamilton é pole em Mugello

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Lewis Hamilton fez a volta mais rápida da história do circuito de Mugello, da Ferrari, e marcou sua nonagésima quinta pole position na Fórmula-1. Foi uma disputa muito forte com o companheiro Valtteri Bottas, que tinha superado o inglês em todos os treinos livres na pista italiana. No final, porém, prevaleceu o maior talento do hexaheptacampeão com uma diferença mínima, 59 milésimos de segundo. Mais uma coisa interessante sobre o Hamilton está nos detalhes em roxo de seu capacete. Historicamente, a cronometragem da F-1 usa a cor roxa para mostrar que o piloto é o mais rápido na volta ou nos setores da pista. É óbvio que o Hamilton não pediu para colocarem essa cor no capacete por isso, mas vale o registro. Max Verstappen até que ameaçou as Mercedes no Q2, porém, ficou a três décimos de segundo no Q3.
No milésimo GP da Ferrari na F-1, em casa, Sebastian Vettel, já totalmente com a cabeça na Aston Martin para 2021, não conseguiu passar para o Q3. Charles Leclerc foi para a última parte da classificação, fez uma boa volta que o colocou atrás de Alexander Albon, da Red Bull, no entanto, mais de um segundo atrás de Hamilton.
O vencedor do GP da Itália, no domingo passado, Pierre Gasly, não se classificou nem para o Q2 em Mugello. O francês disse depois que sua AlphaTauri não carregou as baterias do sistema elétrico do motor nas suas duas tentativas de volta rápida.

Resultado da Classificação:
1) L. Hamilton - Mercedes - 1min15s144
2) V. Bottas - Mercedes - a 0s059
3) M. Verstappen - Red Bull - a 0s365
4) A. Albon - Red Bull - a 0s810
5) C. Leclerc - Ferrari - a 1s126
6) S. Perez - Racing Point - a 1s167 - perderá uma posição
7) L. Stroll - Racing Point - a 1s212
8) D. Ricciardo - Renault - a 1s399
9) C. Sainz Jr - McLaren - a 2s726
10) E. Ocon - Renault - sem tempo

11) L. Norris - McLaren
12) D. Kvyat - Alpha Tauri
13) K. Raikkonen - Alfa Romeo
14) S. Vettel - Ferrari
15) R. Grosjean - Haas

16) P. Gasly - Alpha Tauri
17) A. Giovinazzi - Alfa Romeo
18) G. Russell - Williams
19) N. Latifi - Williams
20) K. Magnussen - Haas



Bottas fica na frente na sexta em Mugello

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A dobradinha da Mercedes no segundo treino livre para o GP da Toscana foi liderada por Valtteri Bottas com Lewis Hamilton a 0s207 mais lento, Max Verstappen (Red Bull) ficou logo atrás a 0s246.
O bom desempenho da manhã de Charles Leclerc (Ferrari) foi por água abaixo nessa segunda sessão, com os pilotos mais acostumados com o traçado e ajustes nos carros, a Ferrari voltou para o meio do pelotão.

Resultado da sessão:
1) V. Bottas - Mercedes - 1min16s989
2) L. Hamilton - Mercedes - a 0s207
3) M. Verstappen - Red Bull - a 0s246
4) A. Albon - Red Bull - a 0s982
5) D. Ricciardo - Renault - a 1s050
6) E. Ocon - Renault - a 1s126
7) S. Perez - Racing Point - a 1s209
8) P. Gasly - Alpha Tauri - a 1s255
9) K. Raikkonen - Alfa Romeo - a 1s396
10) C. Leclerc - Ferrari - a 1s411
11) L. Stroll - Racing Point - a 1s473
12) S. Vettel - Ferrari - a 1s509
13) C. Sainz Jr - McLaren - a 1s662
14) L. Norris - McLaren - a 1s669
15) D. Kvyat - Alpha Tauri - a 1s747
16) G. Russell - Williams - a 1s854
17) A. Giovinazzi - Alfa Romeo - a 1s955
18) N. Latifi - Williams - a 1s994
19) K. Magnussen - Haas - a 2s124
20) R. Grosjean - Haas - a 2s268



Bottas inaugura Mugello na frente

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Valtteri Bottas (Mercedes) liderou o treino da manhã com o Max Verstappen (Red Bull) a 0s048 mais lento e Charles Leclerc (Ferrari), com um bom desempenho na casa da escuderia italiana, completou o top3 a 0s307.
Ainda temos muita coisa para ver e muito desenvolvimento nos acertos dos carros no decorrer dos treinos livres.

Resultado da sessão:
1) V. Bottas - Mercedes - 1min17s879
2) M. Verstappen - Red Bull - a 0s048
3) C. Leclerc - Ferrari - a 0s307
4) L. Hamilton - Mercedes - a 0s530
5) P. Gasly - Alpha Tauri - a 0s797
6) E. Ocon - Renault - a 0s926
7) D. Kvyat - Alpha Tauri - a 0s960
8) L. Norris - McLaren - a 1s102
9) A. Albon - Red Bull - a 1s189
10) D. Ricciardo - Renault - a 1s261
11) K. Raikkonen - Alfa Romeo - a 1s340
12) R. Grosjean - Haas - a 1s345
13) S. Vettel - Ferrari - a 1s388
14) A. Giovinazzi - Alfa Romeo - a 1s443
15) C. Sainz Jr - McLaren - a 1s578
16) G. Russell - Williams - a 1s599
17) K. Magnussen - Haas - a 1s672
18) L. Stroll - Racing Point - a 1s957
19) S. Perez - Racing Point - a 1s961
20) N. Latifi - Williams - a 2s155



48 anos do primeiro título

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Era o dia 10 de setembro de 1972. GP da Itália, em Monza, que utilizava pela primeira vez as chicanes (verdadeiras lombadas, como dá para ver na foto aí de cima), Emerson Fittipaldi em ação para vencer a corrida e o primeiro título para o Brasil. A façanha do “Rato” se tornaria ainda mais épica depois do acidente do caminhão da Lotus que levava a Lotus 72D titular do brasileiro da Inglaterra para a Itália. O carro ficou destruído. Às pressas, Colin Chapman mandou embarcar o chassi 05 – o da primeira vitória de Emerson na F-1, nos EUA, em 1970, para alinhar para o GP da Itália. A coisa tomaria contornos de dramaticidade quando o “Rato” levou a Lotus preta e dourada para o grid, com um vazamento no tanque de gasolina. O conserto foi feito em tempo recorde, usando, dizem as más línguas, até goma de mascar para deter o vazamento. O escocês (arghh, para nós, ingleses), tinha de vencer a prova para poder continuar respirando no campeonato, mas ficou pelo caminho. Emerson foi subindo de posições e assumiu a ponta pouco depois da metade da corrida. Manja só o nome dos seis primeiros colocados da prova de 1972, os seis que ganhavam pontos na época. É tanta cobra que o Butantã fica com inveja:

1 Emerson Fittipaldi (BRA), Lotus, em 1h29min58s
2 Mike Hailwood (ING), Surtees, a 14:5
3 Denny Hulme (NZE), McLaren, a 23:8
4 Peter Revson (EUA), McLaren, a 35:7
5 Graham Hill (ING), Brabham, a 1:5:6
6 Peter Gethin (ING), BRM, a 1:21:9



Vettel é Aston Martin

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Como já era líquido e certo, ainda mais depois do anúncio da saída de Sergio Perez, Sebastian Vettel foi confirmado oficialmente nesta quinta-feira como o novo piloto da Aston Martin a partir de 2021. Na verdade, a ligação do tetracampeão, atualmente andando com uma carroça puxada pelo Cavalinho Empinado, com a marca inglesa vem de longa data. Vettel participou do desenvolvimento do superesportivo AMRB-001 projetado por Adrian Newey.
A atualmente Racing Point disse que o acordo do piloto de 33 anos, que é para “2021 e além, é uma declaração clara da ambição da equipe de se estabelecer como um dos nomes mais competitivos do esporte”, comunicou a equipe.

- Tenho o prazer de finalmente compartilhar esta notícia emocionante sobre meu futuro. Estou extremamente orgulhoso de dizer que me tornarei um piloto Aston Martin. É uma nova aventura para mim com uma empresa de automóveis verdadeiramente lendária. Fiquei impressionado com os resultados que a equipe alcançou este ano e acredito que o futuro parece ainda mais brilhante. A energia e o compromisso de Lawrence (Stroll, o dono da equipe) com o esporte são inspiradores e acredito que podemos construir algo muito especial juntos. Ainda amo muito a Fórmula-1 e minha única motivação é correr na frente do grid. Para fazer isso com a Aston Martin será um grande privilégio – disse Vettel nesta quinta, em Mugello.



Ferrari de bordô no milésimo GP

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Publicado por em F-1 ·


Única equipe a participar de todas as setenta temporadas da Fórmula-1, a Ferrari faz seu milésimo GP na categoria neste fim de semana, justamente em Mugello, circuito de propriedade da escuderia italiana. Nesta quarta-feira, o site oficial da F-1 revelou que os carros de Sebastian Vettel e Charles Leclerc correrão em Mugello pintados de bordô. Mas, por que o bordô – ou vinho? Piero Ferrari, um dos filhos de Enzo Ferrari e vice-presidente da empresa italiana, diz o motivo:
- O milésimo Grand Prix da Scuderia Ferrari é um marco muito importante, portanto, deve ser marcado de uma maneira especial. É por isso que decidimos fazer uma pintura única nos carros para esse evento, com os SF1000 levando para o pista no circuito de Mugello na cor da Borgonha, vista pela primeira vez no 125S, o primeiro carro a levar o nome Ferrari.
E por que a Ferrari usa o vermelho nas pistas? Essa não é a cor oficial da escuderia. As cores oficiais são o amarelo e o preto, vistas no emblema da equipe. O vermelho era a cor reservada para a Itália nos tempos em que as equipes ainda não tinham patrocinadores. A Alfa Romeo, a primeira campeã, em 1950, com o italiano Nino Farina, também usava o vermelho. Até a década de 60, por exemplo, o verde era a cor das equipes inglesas, o azul, das francesas, e o branco, das alemães. E aí vale uma curiosidade muito legal do porquê a Mercedes ter ficado marcada como a Flecha de Prata, cor usada até hoje, com exceção deste ano, quando a equipe decidiu correr de preto por causa do movimento anti-racismo capitaneado pelo hexaheptacampeão Lewis Hamilton. Nos primórdios dos GPs, um engenheiro da Mercedes pediu para raspar a tinta branca dos carros, para aliviar o peso. Com isso, os bólidos ficaram com o cinza do alumínio usado na carroceria. Deu certo e a equipe decidiu adotar a cor como sua.
Embora a péssima fase por que passa a Ferrari, ninguém olhará a corrida de domingo sem sentir uma emoção muito grande.



Perez confirma Vettel na Aston Martin

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Publicado por em F-1 ·


Por meio de suas redes sociais, o mexicano Sergio Perez pôs fim às especulações de quem seria o outro piloto da Aston Martin para 2021, além do canadense Lance Stroll, filho do dono da equipe atualmente chamada de Racing Point. Perez aproveitou para agradecer à escuderia que já foi Force India, lembrando também de todos os seus esforços para que a equipe nunca esmorecesse, típico do mexicano. Com isso, a nova Aston Martin confirmou o nome do alemão tetracampeão pela Red Bull (2010 a 2013). Com motor Mercedes e muito dinheiro, a Aston Martin já é um dos grandes nomes para a próxima temporada. E Vettel e Lewis Hamilton, os dois grandes nomes da Fórmula-1 nos anos 2000, finalmente correrão com o mesmo motor.



Quem vence o GP da Toscana?

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Publicado por em Bolão 2020 F1 ·


E aí, amantes dos autinhos, já vamos então para a nona etapa do ano, passando da metade da temporada. Será a estreia na Fórmula-1 moderna do circuito de Mugello, na Itália, da Ferrari. A pista fica vizinha à famosa fábrica erguida pelo comendadore Enzo Ferrari, na qual o seu escritório é mantido tal como ele deixou quando passou por lá pela última vez, em 1988, e atualmente é um ponto turístico visitado por milhares de pessoas anualmente.
As apostas devem ser colocadas nos comentários deste post (clicando em "Ler tudo" no fim do post) ou serem enviadas para o meu e-mail (danieldias10259@gmail.com) ou (diasaovolante@diasaovolante.com) até cinco minutos antes do início do treino de classificação no sábado. Boa sorte!  

Itens para Mugello:
Pole: sobrenome do piloto - 5 pontos
Vencedor: sobrenome do piloto - 25 pontos
Segundo: sobrenome do piloto – 20 pontos
Terceiro: sobrenome do piloto – 15 pontos
Quarto: sobrenome do piloto – 10 pontos
Quinto: sobrenome do piloto – 5 pontos
Último colocado na corrida, entre os pilotos que completarem a prova: sobrenome do piloto -  15 pontos
Melhor volta da prova: 5 pontos
Desafio (proposto a cada prova): 10 pontos – no rodízio de desafios, coube exatamente para a Ferrari no seu GP de número mil na Fórmula-1, e em casa. Então, a pergunta é simples, mas de difícil acerto, pois pela experiência na F-1, Sebastian Vettel deve estar mais à vontade na pista de Mugello que seu companheiro Charles Leclerc. Qual dos dois chega na frente do outro na corrida? Vettel ou Leclerc?
Gabaritar os cinco primeiros colocados da prova: 15 pontos
Acertar os cinco primeiros da prova fora de ordem: 5 pontos

Para acompanhar ao vivo todos os lances do GP da Toscana:
Sexta-feira: primeiro treino livre, 6h, segundo treino livre, 10h, ambos pelo SporTV.
Sábado: terceiro treino livre, 7h, classificação, 10h, ambos pelo SporTV.
Domingo: 10h10min, corrida, pela Globo.



O Bolão depois de Monza

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Publicado por em Bolão 2020 F1 ·


Realmente, o resultado do GP da Itália foi um arrasa quarteirão para os apostadores do nosso Bolão. Mesmo assim, o Maurício e o Natanael conseguiram seguir o Pierre Gasly e venceram a etapa de Monza. A exemplo de Lewis Hamilton, que cumprimentou o vencedor Gasly e disse que “o que não te mata, te torna mais forte”, em alusão a sua punição por ter entrado para troca de pneus com os boxes possivelmente fechados, mantive a liderança no Bolão, mas tá tudo muito parelho, ao contrário da F-1, na qual o meu conterrâneo inglês manteve o primeiro lugar na tabela de pontuação com muita folga. A próxima parada já é neste domingo, com o GP da Toscana, no circuito de Mugello, pertencente à equipe Ferrari. Uma dica para a outra corrida italiana, que parece óbvio mas não é: quando os pilotos enfrentam uma pista desconhecida, quem aprende mais rápido os segredos do traçado são os melhores. Isso acontece sempre. Quem acha que a bola fica no meio campo para nova saída de jogo, deixando igual para todo mundo em uma pista desconhecida, tá redondamente enganado.

Parâmetros utilizados no GP da Itália:
Pole: HAMILTON
Vencedor: GASLY
Segundo: SAINZ
Terceiro: STROLL
Quarto: NORRIS
Quinto: BOTTAS
Último colocado na corrida, entre os pilotos que completarem a prova: GIOVINAZZI
Melhor volta da prova: HAMILTON
Desafio (proposto a cada prova): 10 pontos – no rodízio de desafios, desta vez é com o Hamilton. A pergunta é bem simples, mas não necessariamente um “páreo corrido”. O hexaheptacampeão larga na pole em Monza? Sim ou não. Sim

Itália
1) Maurício Dias - 30 pontos
1) Natanael Felipe Rhoden - 30 pontos
3) Eduardo Saraiva - 25 pontos
4) Ismael Reichert - 20 pontos
4) Francisco Cavalin - 20 pontos
4) Daniel Cardoso - 20 pontos
4) Gabriel Dias - 20 pontos
8) Pedro Henrique - 15 pontos
8) Luiz Herrera - 15 pontos
8) Mauro - 15 pontos
8) Mário Gayer do Amaral (Professor) - 15 pontos
8) Daniel Dias - 15 pontos
8) André Borges - 15 pontos
14) Marcelo Vieira - 5 pontos
15) Tiago Reimann - 0 ponto
15) Marcelo Pereira - 0 ponto

Total:
1) Daniel Dias - 365 pontos
2) Ismael Reichert - 355 pontos
3) Daniel Cardoso - 350 pontos
4) Mário Gayer do Amaral (Professor) - 345 pontos
5) Maurício Dias - 345 pontos
6) Luiz Herrera - 335 pontos
7) Francisco Cavalin - 330 pontos
8) Natanael Felipe Rhoden - 310 pontos
9) André Borges - 290 pontos
10) Eduardo Saraiva - 280 pontos
11) Gabriel Dias - 270 pontos
12) Mauro - 265 pontos
13) Pedro Henrique - 245 pontos
14) Marcelo Pereira - 195 pontos
15) Marcelo Vieira - 190 pontos
16) Tiago Reimann - 150 pontos



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