Blog da Fórmula-1 de Daniel Dias - Dias ao Volante

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A volta da McLaren protagonista

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Depois de lançar a Honda para o espaço no ano passado e casar com a Renault para fornecimento de motores, a McLaren tem enormes esperanças de voltar a brigar pelas primeiras posições na Fórmula-1, aliás, seu lugar de direito. A equipe inglesa, agora comandada por Zak Brown, só perde em tradição e resultados para a Ferrari.
Embora o novo carro ainda esteja distante de ser revelado, Brown adianta que o time não correrá em 2018 com o laranja, cor oficial da escuderia fundada pelo neozelandês Bruce McLaren, em 66.

Fala Brown:
- O visual da McLaren atingirá um outro nível e será empolgante. Sabemos qual será o visual das outras equipas em 2018, mas as pessoas verão a maior mudança dentro e fora da pista com a McLaren na Austrália. Haverá alguma ligação com nossa história, mas ainda não terminamos a pintura porque muito depende dos patrocinadores. Vem aí uma nova era. Estamos de volta e teremos coisas ótimas. Precisamos voltar a ser uma equipe da qual as outras têm inveja. Sinto que estamos no caminho.



Vettel e Kvyat em rota de colisão

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Na Fórmula-1, o “nunca” é uma coisa inexistente. Tudo pode acontecer de uma hora para outra, mesmo que os prognósticos apontem a direção contrária. Contratos, por exemplo, não significam rigorosamente nada.
Agora, a Ferrari anuncia o russo Daniil Kvyat como novo piloto de desenvolvimento da equipe. É o antigo piloto de testes, que atualmente faz simulações no computador, pois os testes de pistas são proibidos.
Tudo muito bom, tudo muito bem. Só que o maluco do Kvyat é o cara que se enroscou duas vezes em 2016 com Sebastian Vettel, o que levou o tetracampeão, ídolo na Red Bull, a pedir a cabeça do russo na equipe austríaca para Christian Horner, ex-patrão e amigo do alemão.
Apesar de ser alemão, Vettel tem uma veia latina e não costuma esquecer do que fizeram de mal para ele.



Queda de braço: F-1 x Ferrari

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Nova dona da Fórmula-1, a norte-americana Liberty resolveu encara a queda de braço com a Ferrari, que ameaça deixar a categoria por causa das novas regras de motores para 2021. A equipe italiana aponta inclusive para a criação de um Mundial paralelo. Nesta quinta, Ross Brawn, diretor esportivo da F-1, disse que “o objetivo é trabalhar em conjunto com a Ferrari, mas dentro dos limites pretendidos, pois, mesmo se os italianos saírem de cena, a F-1 continuará”.

- A Ferrari e a F-1 têm pontos em comum, claro. A equipe italiana é parte do DNA da F-1, mas devemos caminhar dentro dos limites do bom senso – destacou Brawn, que como diretor esportivo da Ferrari foi pentacampeão de 2000 a 2004 ao lado de Michael Schumacher e Jean Todt, atual presidente da FIA.

Para Brawn, a Liberty não sabe se a F-1 ficará melhor ou pior sem a Ferrari, mas é necessário que a equipe trabalhe em conjunto com a categoria:

- Não podemos ter uma situação na qual fazemos de tudo que uma equipe exige, seja ela a Ferrari, a Mercedes, a Renault ou outra qualquer.

Tão logo assumiu, a Liberty mexeu com um vespeiro: tirar uma cota milionária paga para a Ferrari anualmente, simplesmete porque ela é a Ferrari. As outras equipes não têm esta regalia.



Principais mudanças nas regras

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Após mudar bastante a configuração dos carros de 2017, tornando-os até 5 segundos mais rápidos, dependendo da pista, a FIA mexe novamente nas regras técnicas e esportivas para este ano, com bólidos 35 quilos mais pesados. As principais mudanças são:

- Proibição da barbatana e a asa em T, em cima da própria barbatana - ótima medida, aquelas coisas são muito feias.
- Entrada do Halo, a estrutura de proteção da cabeça do piloto – esteticamente, um pavor. Mas se ajuda a salvar o piloto, ótimo.
- Apenas três motores por temporada – medida para baixar os custos. Na prática, pouco muda, porque as fabricantes aumentarão a vida útil dos motores. A F-1 sempre soube driblar este tipo de limitação.
- Mais um tipo de pneu slick macio – no caso, um grudento. Entra o pneu com faixa cor de rosa, o hipermacio, mais rápido que o ultramacio, que permanece. Não sei que nome os caras darão toda a vez que colocam um pneu mais macio. Era o supermacio, passou para ultramacio e agora, hipermacio. Se é para tornar os carros mais rápidos, ótimo.
- Baixamento da guarda com as punições no grid de largada – ótimo, tinha piloto que tomava tanta punição que largava de outro continente no domingo.
- Banimento da asa aberta, ou asa móvel, ou DRS – o chamado gol falso, pois não dava chance de defesa de posição para o piloto que ía à frente. Golaço! Esse, verdadeiro.



A vida secreta de Ricciardo

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Continuando com a série A Vida Secreta que a Fórmula-1 faz com o atual grid, o australiano Daniel Ricciardo, de 28 anos, o piloto mais simpático e extrovertido que o circo viu em muitos anos. Para alguns, o meu xará tem mais dentes que um tubarão. E eles estão sempre à mostra. Mas Ricciardo é bem mais que isto. Campeão da Fórmula-3 Inglesa em 2009, Ricciardo herdou o lugar do compatriota Mark Webber na Red Bull, para correr ao lado do tetracampeão Sebastian Vettel, se saindo melhor que o companheiro em 2014. O australiano é um dos pilotos mais completos do momento e, talvez, o mais técnico. Acompanhe suas preferências.

- Além de pilotar um carro de Fórmula-1, qual o seu divertimento favorito?
Daniel Ricciardo: música ao vivo. Sou frequentador frequente de concertos. Pessoalmente, sou brilhante em tocar guitarra! (Risos)

- Qual último filme te fez chorar?
DR: A Culpa é das Estrelas . Vi isto no avião para o Brasil e estava e me vi realmente chorando. Tenho uma teoria de que estar em um avião faz você ficar mais emotivo: ou choro, ou, se é uma comédia, rio muito alto.

- Do que você tem medo?
DR: das coisas comuns: cobras, tubarões e aranhas. Em um nível emocional, diria de arrependimentos. Não que eu os tenha, mas não é algo que eu gostaria de ter.

- O que seus professores disseram sobre você no relatório da escola?
DR:  “fala demais!”

- Você tem “vícios” secretos?
DR: chocolate - acho que como todos os outros pilotos.

- Você coleciona alguma coisa?
DR:  não mais. Costumava colecionar modelos de moto Valentino Rossi, e quando eu era criança, colecionava rolhas - sim, as coisas que fecham uma garrafa de vinho. Toda vez que eu ia com meus pais para um restaurante e eles tinham uma garrafa de vinho, pegava a rolha de cortiça. Ainda não sei por que fazia isso ... foi um pouco estranho.

- O que você mais sente falta de casa quando viaja?
DR:  café da manhã e café da manhã australianos. São coisas completamente subestimadas no resto do mundo.

- Qual foi a sua pior compra?
DR: não gasto estupidamente. Sou muito inteligente com meu dinheiro.

- Qual foi o erro mais embaraçoso que você já fez?
DR: geralmente, não fico envergonhado. E se algo realmente embaraçoso acontecer, eu rio.

- Quando foi a última vez que você ficou realmente brabo?
DR: no Brasil, no ano passado, não na corrida, mas na  classificação. Depois, estive em um evento naquela noite e um cara que me expulsou do lugar. Dia infernal!

- Qual superpoder preferia ter: ser capaz de voar ou ser capaz de se tornar invisível?
DR: ser capaz de voar. Porque alguém tão bonito quanto eu ía desejar ficar invisível! (Risos)

- Você canta no chuveiro - se sim, o que?
DR: sim, muito! Música country, algo simples, que eu posso cantar junto.

- Você acredita no amor à primeira vista?
DR: creio em atração primeiro, o amor leva tempo. Provavelmente agora estou superando este amor à primeira vista. Você tivesse me perguntado há 10 anos, teria dito que sim.

- Qual é a pior coisa sobre ser famoso?
DR: demanda. Muitas pessoas têm seu endereço de e-mail.

- Você pode convidar três pessoas para jantar, que esteja viva ou que já tenha morrido. Quem você convidaria?
DR: um comediante, Adam Sandler ou Will Ferrell, uma menina bonita, Sophia Bush, ela estava em uma série de TV quando eu era mais jovem, e um músico legal, Bob Dylan.

- Qual foi a melhor coisa sobre ser uma criança?
DR: a energia que você teve, sem compromissos.

- O que todos deveriam experimentar uma vez na vida?
DR:
paraquedismo. O sentimento não é natural, está um pouco fora desse mundo.



Carro bonito é o que vence

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Enzo Ferrari costumava dizer: “carro bonito é o que vence”. Difícil contrariar mais esta máxima do “vecchio comendadore”.
Pois o tetracampeão Lewis Hamilton disparou contra os modelos da Fórmula-1 da próxima temporada:
Teremos os carros mais feios da História. Além disto, serão muito pesados. A F-1 deveria ter os melhores carros do mundo e não uns que mais parecem um Nascar.
Exagero! Os próximos modelos do Mundial não têm nada a ver com os carroções da categoria norte-americana, verdadeiros tanques de guerra sobre rodas. Mas Hamilton não deixa de ter um pouco de razão. Os carros de 2018 terão o tal do Halo (a geringonça que pretensamente protegerá a cabeça do piloto). É muito feio! Além de serem, de fato, 35 quilos mais pesados, os carros.
Quanto ao segundo detalhe, uma consequência imediata: os pilotos terão de adiantar a zona de freada, tornando os tempos de volta mais altos, com o agravante de sobrecarregar os freios. Nenhum piloto gosta disto. Em relação ao Halo, cabe uma discussão automobilística filosófica.
É justo só a partir da segunda década do novo milênio os mandatários da F-1 se preocuparem com a integridade da cabeça do piloto? Só agora, depois de 67 campeonatos e centenas de cabeças a prêmio? Um carro tipo fórmula tem suas características, e todo o corredor que se aventura nesta jornada sabe dos riscos: o bólido-fórmula tem os pneus à mostra e o cockpit é aberto, sujeito a um carro aterrissar sobre um outro, como ocorreu com Fernando Alonso na largada do GP da Bélgica de 2012, na qual a Lotus do francês Romain Grosjean decolou em quase caiu sobre a Ferrari do espanhol, ou a um arremesso da ponta de uma suspensão sobre a viseira do capacete, que matou Ayrton Senna em 1994.
Pensando-se unicamente na vida do piloto, é evidente que a entrada do Halo é bem-vinda. No entanto, o carro da principal categoria do automobilismo começa, assim, a perder a condição de ser um fórmula. Em parte, claro!
A construção de um F-1 sempre esteve ligada à estética, embora os aficionados acabem se acostumando com as pequenas aberrações surgidas de tempos em tempos, como por exemplo, os modelos de 2009 a 2016, com o aerofólio traseiro colocado muito para cima e o dianteiro enorme, a la limpa-trilhos de trem.
Na conjunção carro bonito com carro vencedor, o maior ícone é também um dos modelos mais importantes de toda a trajetória da F-1, surgida em 50: a Lotus 72D, idealizada pelo gênio Colin Chapman em 70.
Só para se ter uma noção exata do significado da barata (uma das belezuras aí de cima) que deu o primeiro campeonato para o Brasil, em 72, para a F-1, um dado impressionante: os carros como o circo conhece atualmente têm as linhas básicas da Lotus 72D, de tão revolucionária que ela foi para a época.
Considerado também o mais bonito da história da F-1, aquele carro preto e dourado de Chapman uniu o belo com o vencedor. Por todas as soluções aerodinâmicas e pelas conquistas, aquela Lotus teve uma longevidade de seis anos, algo impensável para os dias de hoje.
Hamilton talvez tenha razão no seu julgamento sobre os modelos de 2018. Porém, no outro sentido desta rodovia estão dois itens essenciais: a segurança e a modernidade. Nisto, não dá para se esquecer que os primeiros carros da F-1 não tinham sequer cinto de segurança, os pneus eram estreitos quanto os de uma bicicleta, adotavam a prosáica forma de um charuto e a proteção da cabeça dos pilotos era uma touca de couro. A roda da modernidade não pode parar de girar.
Ah, ainda o Halo: uma pintura escura da peça, como a que está equipando a Red Bull da outra foto aí de cima, seria uma medida muito saudável. Para os olhos, de que assiste e de quem está no cockpit.



Uma retrospectiva (um pouco) às avessas

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Terminada a primeira temporada com a Fórmula-1 sob nova direção, da norte-americana Liberty, nada mais óbvio que se aponte os destaques do campeonato, assim como os pontos negativos. Seria evidente apontar o inglês Lewis Hamilton, o campeão, como o melhor piloto do ano, seguido na cola pelo alemão Sebastian Vettel. Os dois protagonizaram uma disputa emocionante, como há muito tempo não víamos entre duas equipes diferentes, no caso, a Mercedes e a Ferrari. Até a escuderia italiana errar feito uma principiante no terço final da temporada.
Mas para fugir das manjadas retrospectivas, é divertido brincar um pouco buscando os melhores do resto da turma, dos bravos heróis da resistência, que encararam a bronca sem ter uma Mercedes ou uma Ferrari nas mãos. Na parte de baixo, no entanto, com os piores do circo, os habitantes do porão, receberão o tratamento tradicional, sem complacência. Embora tenha enfrentado problemas nas duas últimas corridas, Brasil e Abu Dhabi, o australiano Daniel Ricciardo, da Red Bull, foi o grande cara de 2017, com uma vitória, no Azerbaijão, oito pódios e atuações convincentes, além de ganhar a parada contra o companheiro, o holandês Max Verstappen, a joia de ouro entre os novos talentos. Mesmo se colocarmos Hamilton, Vettel, o espanhol Fernando Alonso e o finlandês Kimi Raikkonen, Ricciardo talvez seja o piloto mais técnico da atualidade, sem deixar de lado o arrojo.
Fica também na Red Bull o título de melhor carro do ano, com apenas metade da temporada de percurso. Explica-se: envolvido com o projeto do superesportivo AM-RB 001 – parceria da equipe austríaca com a Aston Martin -, o projetista inglês Adrian Newey não participou ativamente da criação do RB13, o bólido de Ricciardo e Verstappen. Na metade do ano, Newey foi convocado pela equipe e “desentortou” o carro, que fez as últimas etapas do campeonato quase junto à Mercedes e à Ferrari.
Se a F-1 continua tendo as melhores pistas do mundo – Spa-Francorchamps, Monza, Silverstone e Circuito das Américas, só para dizer que não foi mencionado um dos novos -, permanece com aberrações de todos os tipos, como Marina Bay, em Cingapura, Baku, no Azerbaijão, e, notadamente, Yas Marina, em Abu Dhabi. Mônaco é um caso à parte, por favor!
O circuito dos Emirados Árabes Unidos é a legítima Mil e Uma Noites, lindo, com visual magnífico e um local ultramoderno. No entanto, como Nelson Piquet disse na inauguração de Magny-Cours, na França, em 1991: “só esqueceram de fazer a pista”. Não que o Yas Marina seja uma “pista de kart”, o Yas Marina não é uma pista de automobilismo. E assim deve ser tratado.
Um circuito entra no coração dos pilotos por algumas características, por curvas marcantes ou por pontos desafiadores, e acaba ficando conhecido por isto. O novo Interlagos, por exemplo, surgido em 89, é uma pista chata, bem distante do antigo traçado do autódromo paulistano. Entretanto, tem o S do Senna e o Laranjinha. Yas Marina não tem nada, só beleza!
Ainda entre a turma do porão, três pilotos foram ou continuam sendo “ETs” no grid. O pior sem a menor sombra de dúvidas é Marcus Ericsson. O sueco não encontra absolvição nem na precariedade da Sauber, pois o alemão Pascal Wehrlein consegue alguma coisa com a mesma “carroça suíça”.
Já o inglês Jolyon Palmer e o dinamarquês Kevin Magnussen estão em outro patamar: não são pilotos de F-1. O primeiro irritou tanto a Renault que recebeu um pontapé na bunda logo após a metade da temporada, substituído pelo espanhol Carlos Sainz Jr., um dos bons nomes da nova safra.
Quanto a Magnussen, ninguém sabe ao certo o motivo de ele estar dentro do cockpit de um carro da principal categoria do automobilismo. Só para ficarmos na prova mais recente, o dinamarquês fez duas bobagens – captadas pela câmara onbord da Haas – na primeira volta que mereceriam “fuzilamento”. Apesar disto, no terreno do surrealismo, Magnussen teve contrato renovado para 2018. Por esta razão, a norte-americana Haas não tem o direito de reclamar da vida.
Em qualquer esporte ou ramo da vida, tem os melhores e os piores. A história e as estatísticas apontarão para sempre nos livros que Hamilton foi o melhor piloto de 2017. E estarão certos. Mas é bom saber também que a temporada não teve apenas o ótimo piloto inglês.
Ah, na foto aí de cima, está o melhor, Ricciardo, no pior circuito, Abu Dhabi.



4 anos da queda do Schumi

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Na próxima sexta completam-se quatro anos do acidente de esqui do heptacampeão Michael Schumacher, ocorrido nos Alpes suíços, no qual ele teria saído da pista para ajudar um outro praticante, sofrendo a queda e batendo de cabeça em uma grande pedra. Desde aquele dia 29 de dezembro, o ex-piloto alemão está em coma. Pouca, ou quase nada, informação se tem do real estado de saúde de Schumacher. Segundo a imprensa alemã, a família estaria gastando cerca de US$ 20 milhões no tratamento do tetracampeão, em uma UTI montada em sua casa na Suíça.
Schumacher sempre praticou bem todo o tipo de esporte, como o futebol e o próprio esqui. Nos famosos encontros da Ferrari em janeiros nos Alpes italianos, o alemão sempre deu show na neve, enquanto Rubens Barrichello, por exemplo, se limitava a caminhar com os esquis nos pés.



Feliz Natal!

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Como de costume, o Feliz Natal do Blog da Fórmula-1 pega carona na Red Bull, que tradicionalmente faz cartões bem-humorados ou distribui mensagens bacanas como esta com o Max Verstappen e o Daniel Ricciardo posando de duendes e entregando presentes para a galera dentro da fábrica da equipe austríaca, a mais desportiva da Fórmula-1. Ou seria a única?

Neste link, dá uma olhada no vídeo:



O mais dramático do ano

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A Liberty, nova dona da Fórmula-1, escolheu o Momento Mais Dramático da temporada ganha por Lewis Hamilton e terminada no final do mês passado, em Abu Dhabi. Para os norte-americanos, a largada do GP de Cingapura foi o momento mais tenso do ano, com a tripla batida dos três primeiros colocados do grid, Sebastian Vettel, Kimi Raikkonen e Max Verstappen.
Eu diria mais: este foi o lance decisivo da temporada. Pole position e favorito destacado para ganhar no circuito de Marina Bay, Vettel jogou tudo fora ao tentar fechar a porta desnecessariamente sobre o Verstappen. Raikkonen já vinha pelo lado de fora para passar os dois, o que não seria nenhum problema, pois o finlandês entregaria a posição para o companheiro de Ferrari no decorrer da prova.
Foi a virada do campeonato. Então líder, Vettel ficou no zero em Cingapura e ainda viu o oponente Hamilton partir para a vitória naquele dia.



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