Blog da Fórmula-1 de Daniel Dias - Dias ao Volante

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Pré-temporada da F-1, dia 6

Dias ao Volante
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O espanhol Carlos Sainz Jr., da McLaren, conseguiu nesta quarta-feira o melhor tempo da pré-temporada até o momento, no circuito de Montmeló, em Barcelona. A Ferrari enfrentou problemas pelo segundo dia seguido, desta vez, com uma batida do alemão Sebastian Vettel, pela manhã. A saída de pista de Vettel atrasou todo o dia da escuderia italiana. Seu companheiro de equipe, o monegasco Charles Leclerc, conseguiu dar apenas uma volta à tarde e não marcou tempo. Antes da batida, Vettel conseguiu marcar o terceiro tempo do dia, distante de Sainz Jr. mas à frente das Mercedes.
A segunda rodada da pré-temporada se encerra na sexta-feira.

Sexto dia:
1.  Sainz Jr., McLaren, 1:17:144
2.  Perez, Racing Point, 1:17:842
3.  Vettel, Ferrari, 1:18:195
4.  Raikkonen, Alfa Romeo, 1:18:209
5.  Grosjean, Haas, 1:18:330
6.  Verstappen, Red Bull, 2:18:395
7.  Kvyat, Toro Rosso, 1:18:682
8.  Bottas, Mercedes, 1:18:941
9.  Hamilton, Mercedes, 1:18:943
10. Hulkenberg, Renault, 1:19:056
11. Kubica, Williams, 1:19:367
12. Ricciardo, Renault, 1:22:597
13. Leclerc, Ferrari, sem tempo



Pré-temporada da F-1, dia 4

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O alemão Nico Hulkenberg, da Renault, foi o mais rápido da primeira semana de testes da pré-temporada da Formula-1, realizada no circuito de Montmeló, em Barcelona. A marca foi conseguida na sessão da tarde na Espanha nesta quinta-feira. Pela manhã, o tailandês Alexander Albon, da Toro Rosso, foi o melhor.
Nesta quarta, o austríaco Toto Wolff, Team Principal da Mercedes, engrossou o coro em favor do melhor momento da rival Ferrari iniciado pelo pentacampeão Lewis Hamilton um dia antes. Para o dirigente, a equipe italiana soube entender as mudanças do regulamento mais rapidamente e construiu um carro extremamente rápido:

- Não é só isso. Eles estão na frente também no desenvolvimento do carro. Precisamos reagir já, ainda na pré-temporada.

O puxão de orelha parece ter surtido algum efeito. No último treino da semana, o finlandês Valtteri Bottas e Hamilton ficaram em quarto e quinto, respectivamente, embora um pouco distante de Hulkenberg.
Na semana, a Mercedes ficou à frente da Ferrari. No entanto, a equipe italiana assombrou nos dois primeiros dias, ficando com as primeiras posições, e claramente tirou o pé nos dois dias finais, trabalhando no desenvolvimento do carro.
A segunda rodada da pré-temporada ocorrerá de terça a sexta da próxima semana no mesmo circuito. A estreia do campeonato está prevista para o dia 17 de março, na Austrália.

Tempos do quarto dia:

1.   Hulkenberg, Renault, 1:17:393
2.   Albon, Toro Rosso, 1:17:637
3.   Ricciardo, Renault, 1:17:785
4.   Bottas, Mercedes, 1:17:857
5.   Hamilton, Mercedes, 1:17:977
6.   Leclerc, Ferrari, 1:18:046
7.   Norris, McLaren, 1:18:431
8.   Giovinazzi, Alfa Romeo, 1:18:511
9.   Grosjean, Haas, 1:18:563
10. Magnussen, Haas, 1:18:720
11. Gasly, Red Bull, 1:18:780
12. Stroll, Racing Point, 1:19:664
13. Russell, Williams, 1:20:997
14. Kubica, Williams, 1:21:542



Pré-temporada da F-1: dia 3

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Depois de a Ferrari ter comandado os dois primeiros dias (na segunda e na terça desta semana) da pré-temporada da Fórmula-1 no circuito de Montmeló, em Barcelona, o russo Daniel Kvyat levou a Toro Rosso ao topo da tabela no treino da tarde desta quarta-feira, enquanto o finlandês Kimi Raikkonen, estreando na Alfa Romeo, foi o melhor pela manhã. A Mercedes está aparecendo sempre no fundo do pelotão, mas isso não quer dizer nada, porque a pentacampeã não costuma mostrar todo seu potencial nas pré-temporadas.
Porém, o inglês Lewis Hamilton deu uma pista nesta quarta de como pode estar o nível da pré-temporada.

- A Ferrari está muito, muito, muito forte – disse o pentacampeão, da Mercedes.

Ainda é cedo para se cravar alguma coisa definitiva de como o panorama estará para a estreia da nova temporada, dia 17 de março, na Austrália. No entanto, uma nova ordem pode estar se iniciando na F-1. Os tempos feitos pela Toro Rosso e pela Alfa Romeo no terceiro dia de treinos são realmente significativos.
Em tempo: a Alfa Romeo é a ex-Sauber, a Racing Point é a ex-Force-India e a Williams não é a tradicional Williams. A equipe do velho Frank está enfiada em problemas, principalmente, financeiros. A Williams simplesmente não treinou na segunda e na terça. Nesta quarta, pouco andou, com o inglês George Russell. E o melhor tempo foi quase sete segundos mais lento que o de Kvyat.

1.   Kvyat, Toro Rosso, 1:17:704
2.   Raikkonen, Alfa Romeo, 1:17:762
3.   Riccardo, Renault, 1:18:164
4.   Vettel, Ferrari, 1:18:350
5.   Verstappen, Red Bull, 1:18:787
6.   Hulkenberg, Renault, 1:18:800
7.   Grosjean, Haas, 1:19:060
8.   Fittipaldi, Haas, 1:19:249
9.   Sainz Jr., McLaren, 1:19:354
10. Perez, Racing Pointer, 1:20:102
11. Bottas, Mercedes, 1:20:693
12. Hamilton, Mercedes, 1:20:818
13. Russell, Williams, 1:25:625



Os carros de 2019

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Já apresentamos os novos carros da McLaren e da Ferrari. Agora, abrimos a porteira para todas as máquinas e as estrelas que as comandarão neste ano na Fórmula-1. Acompanhem aí em cima as fotos e os nomes das gracinhas embaixo. Me refiro aos carros.

Mercedes – W10 – motor Mercedes
O inglês Lewis Hamilton e o finlandês Valtteri Bottas repetem a dupla do ano passado na atual pentacampeã nas equipes. Hamilton parte atrás dos recordes de Michael Schumacher. Já Bottas tem sua última chance para mostrar serviço e permanecer na equipe.

Red Bull – RB15 - motor Honda
O holandês Max Verstappen, agora na condição de estrela do time, tem de mostrar mais serviço neste ano e parar de arrumar encrenca. Tem a companhia do jovem francês Pierre Gasly, promovido da Toro Rosso. O rendimento do motor Honda é a grande incógnita para este ano.

Renault – R.S. 19 – motor Renault
O australiano Daniel Ricciardo é a grande esperança de a equipe francesa subir degraus este ano e encostar nas três grandes, Mercedes, Ferrari e Red Bull. Ricciardo tem a companhia do sempre bom Nico Hulkenberg, da Alemanha.

Toro Rosso – STR14 – motor Honda
A segunda equipe da Red Bull tem uma nova dupla de pilotos nesta temporada, com a não tão novidade Daniil Kvyat, da Rússia, e o tailandês Alexander Albon. No seu segundo ano com o motor Honda, a equipe pode até levar alguma vantagem em certos momentos sobre a matriz Red Bull.

Haas – VF-19 – motor Ferrari
Uma das duas equipes que repetem a dupla de pilotos de 2018, com o francês Romain Grosjean e o dinamarquês Kevin Magnussen. A Haas subirá bem neste ano, pois a equipe norte-americana já está bem ambientada à F-1, além de contar com o apoio técnico da Ferrari.

Racing Point – RP19 – motor Mercedes
A ex-Force India certamente estará forte nesta temporada, pois se livrou dos problemas financeiros quando o pai do canadense Lance Stroll comprou a equipe, no ano passado. O mexicano Sergio Perez terá, portanto, a companhia do filho do homem para dividir a equipe.

Alfa Romeo – motor Ferrari
Novo nome da equipe Sauber, a Alfa Romeo também vem com força em 2019. O time perdeu o monegasco Charles Leclerc para a Ferrari mas ganhou o finlandês Kimi Raikkonen, ainda cheio de vontade para continuar na F-1.

Williams – FW42 – motor Mercedes
Cheia de problemas, a equipe do velho Frank terá a dupla de pilotos George Russell, da Inglaterra, e Robert Kubica, da Polônia, que retorna à F-1 depois de sofrer um terrível acidente de rali em 2011. Pouco pode-se esperar neste ano da tradicional equipe inglesa, que deve ser, novamente, a pior do grid.



A nova Ferrari

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A Ferrari mostrou o novo carro para 2019, o SF90, quase todo vermelho e detalhes em preto. A escuderia italiana não esconde que vai atrás de pelo menos um título neste ano. A Ferrari não vence um campeonato de pilotos desde 2007, com Kimi Raikkonen, e o de construtores, desde 2013. No comando da equipe, entra Mattia Binotto no lugar de Maurizio Arrivabene como o Team Principal.
O alemão Sebastian Vettel tenta seu quinto título para se igualar ao seu grande rival, o inglês Lewis Hamilton, da Mercedes. Ao seu lado estará o monegasco Charles Leclerc, o mais jovem a pilotar um carro vermelho desde o mexicano Ricardo Rodriguez.



A nova McLaren

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No seu segundo ano com o motor Renault, a McLaren renova suas forças para sair de uma crise sem fim. Com os pilotos Carlos Sainz Jr. e Lando Norris e os engenheiros James Key, ex-Toro Rosso, e Andreas Seidl, ex-Porsche, a tradicional equipe inglesa tenta colocar o MCL34 no rumo certo. A McLaren sempre tem minha torcida.



Schumacher 50 anos!

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Michael Schumacher completa nesta quinta-feira, dia 3 de janeiro, 50 anos de vida. Desde dezembro de 2013, porém, o maior recordista da Fórmula-1 não tem uma vida, propriamente dita, após o lamentável acidente de esqui nos Alpes, que o deixou em coma permanente. Os 50 anos do heptacampeão deve ser lembrado e reverenciado, porém, nos levam também a lembrar a essência do que Schumacher foi nas pistas, além do espetacular piloto. O Túnel do Tempo que o SporTV está levando ao ar nas férias da F-1 mostrou no final de 2018 a corrida, na íntegra, da Austrália de 1994, aquela que deu o primeiro título para o alemão. Voltando no tempo, podemos rever o quanto o Schumacher foi um patife naquela corrida. E deu raiva, de novo!
Para quem não lembra, o Schumi liderava a prova quando se perdeu em uma curva de ângulo reto do circuito urbano de Adelaide. Schumacher conseguiu voltar para a pista mas com a suspensão dianteira estourada. A Benetton ficou tão avariada que mal conseguia fazer curva. Damon Hill, da Williams, vinha em segundo e precisava chegar à frente do rival para conquistar o título. O inglês colou então em Schumacher e tentou ultrapassar pela direita na curva seguinte. Sabendo que não mais ficaria na pista, Schumacher jogou o carro sobre o inglês. Como resultado do choque proposital, Hill levou a Williams para os boxes, no entanto, os mecânicos logo viram que a suspensão dianteira direita estava quebrada. E essa é uma das peças de um carro de competição que não podem ser trocadas durante uma corrida.
Com aquilo, Schumacher conquistou o campeonato e ainda vibrou descaradamente quando um fiscal lhe informou que o Hill tinha abandonado a prova. O alemão foi bandido, e seria novamente bandido na decisão de 1997, contra Jacques Villeneuve, em Jerez de la Frontera, na Espanha. Oras, se a FIA excluiu o Schumacher do campeonato em 97, por que não fez o mesmo em 94?
Esses dois episódios foram os mais gritantes para revelar a veia de Dick Vigarista do alemão. Outros casos ocorreriam depois, como em 2012 quando ele jogou o carro em cima do de Rubens Barrichello na reta de Hungaroring e ao atravessar a sua Mercedes na curva final de Monte Carlo no momento em que tinha o melhor tempo da classificação para que ninguém mais conseguisse passar por ali e superá-lo.
Por tudo isso, retiro o nome de Schumacher da galeria dos maiores pilotos de todos os tempos. Um grande piloto é um somatório de coisas. Em um quesito fundamental, a esportividade, coloca o Schumacher bem distante, por exemplo, dos três maiores da história contemporânea da F-1: Lewis Hamilton, Fernando Alonso e Sebastian Vettel.
Mesmo assim, parabéns Michael Schumacher!



Os primeiros de Hamilton e Vettel

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O SporTV, na sua bela sacada Túnel do Tempo, preparada para ir ao ar durante a entre-safra da Fórmula-1, está colocando para nosso deleite esta semana as corridas que deram os primeiros títulos para Lewis Hamilton – em 2008, em Interlagos – e para Sebastian Vettel – em 2010, em Abu Dhabi. A do Hamilton já está no ar e a do Vettel estreia neste domingo. Obviamente, é imperdível!
Tudo envolvendo esses dois pilotos é superlativo e interessante, como o fato de Hamilton ter corrido em toda a sua carreira somente com uma marca de motor, o Mercedes, fornecedora do propulsor da McLaren de 1997 a 2014. Mas o mais impressionante é que, nestes 11 campeonatos disputados desde o primeiro título do Hamilton, em 2008, até o seu quinto, agora em 2018, todos os títulos deveriam ter ficado na mão de um ou de outro (na verdade, apenas dois não foram de fato).
Então, vamos lá:
Em 2009, a F-1 teve uma mudança de regulamento na configuração estética dos carros. Um tal de Ross Brawn decidiu então formar sua própria equipe, a Brawn, com Jenson Button e Rubens Barrichello. Engenheiro experiente, Brawn viu uma brecha no regulamento e inventou o chamado difusor soprado, que na prática era uma peça aerodinâmica na extremidade traseira do carro. Quando as demais equipes se aperceberam da ilegalidade, a Brawn já tinha vencido corridas suficientes para encaminhar o título do piloto inglês. Na realidade, o melhor carro daquela temporada era o da Red Bull. Portanto, aquele deveria ter sido o primeiro de Vettel.
O jovem piloto alemão dominou a F-1 de 2010 a 2013, sempre com a Red Bull. Para 2014, a F-1 fez outra mudança radical no regulamento, desta vez nos motores, entrando os turbo-híbridos. Hamilton já estava na Mercedes, e a equipe alemã passou a dar as cartas, graças à grande experiência da AMG - responsável pela equipe da F-1 da Mercedes -, que dominava a tecnologia híbrida de motores. Buenas, para encurtar a história, Hamilton conquistou o campeonato em 2014, 2015, 2017 e 2018. Só não foi campeão em 2016, quando perdeu para o companheiro Nico Rosberg. No entanto, aquele campeonato também deveria ter sido de Hamilton. Eu disse na época, e direi sempre, que a Mercedes mexeu os pauzinhos para dar o título ao seu piloto alemão, no caso, o Rosberg, que anunciou sua aposentadoria em seguida.
Tudo aconteceu no GP da Malásia daquele ano. Hamilton liderava a prova com tranquilidade até, faltando pouco mais de 10 voltas para o final, que o motor da Mercedes do carro de número 44 explodiu. Um detalhe importantíssimo ilustra essa teoria: aquele foi o único motor Mercedes que quebrou desde 2014. Interessante, não?



Halo salvou Leclerc

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A FIA concluiu esta semana a investigação do acidente envolvendo Fernando Alonso e Charles Leclerc na largada do GP da Bélgica, na largada da prova no circuito de Spa neste ano. O carro de Alonso voou sobre o de Leclerc. A investigação não procurou culpados e sim a eficiência do Halo, a peça adotada neste ano na Fórmula-1 colocada sobre a cabeça do piloto. Quando ela apareceu, no GP da Austrália, todo mundo caiu de pau devido à extrema feiúra do Halo. Com o passar da temporada, todos se acostumaram e o Halo passou a fazer parte da estética dos carros. Pois bem, a investigação do acidente entre Alonso e Leclerc concluiu que a peça de segurança salvou a vida do jovem monegasco. Segundo a FIA, “a cabeça de Leclerc teria sido pulverizada sem a presença do Halo”.
Pronto! Assunto concluído! E que ninguém mais fale nada contra o Halo!



Gabriel, tri do Bolão

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O Gabriel conquistou o tricampeonato seguido do nosso Bolão, chegando com apenas 10 pontos à frente do Ismael. Parabéns ao campeão e a todos que participam sempre desta nossa brincadeira muito legal. Pai da Yasmin e do Yuri e casado com a Denise, o Gabriel revelou um dos segredos para tamanha hegemonia:

- Uma das coisas que sempre faço é analisar o comportamento dos carros e dos pilotos nos treinos livres da sexta-feira, como eles estão andando de tanque vazio ou em simulação de corrida. Acho isso bem importante, mas tem de ter também alguma dose de sorte, como em todo o jogo. No entanto, o conhecimento do que está acontecendo é importante. E tem muita gente aqui no Bolão que também conhece.

É isto aí gente! No próximo ano, tem mais. E vocês não vão deixar o cara chegar ao tetra, né? Tudo com vocês, então!
Ah, o Luiz Herrera foi o grande vencedor em Abu Dhabi, ao lado do Lewis Hamilton.

Parâmetros utilizados em Abu Dhabi:
Pole: HAMILTON
Vencedor: HAMILTON
Segundo colocado da prova: VETTEL
Terceiro colocado da prova: VERSTAPPEN
Quarto colocado da prova: RICCIARDO
Quinto colocado da prova: BOTTAS
Último colocado da prova (segundo a cronometragem oficial da FIA): HULKENBERG
Desafio: 3º

Abu Dhabi:
1) Luiz Herrera - 60 pontos
2) Maurício Dias - 45 pontos
3) Mário Gayer do Amaral (Professor) - 40 pontos
4) Gabriel Dias - 30 pontos
4) Daniel Dias - 30 pontos
4) Francisco Cavalin - 30 pontos
4) Ismael Reichert - 30 pontos
8) Natanael Felipe Rhoden - 5 pontos
9) André Borges - 0 ponto
9) Luis Mauro Gonçalves Rosa - 0 ponto
9) Pedro Henrique - 0 ponto
9) Daniel Cardoso - 0 ponto
9) Guilherme Vieira - 0 ponto
9) Mauro - 0 ponto
9) Marcelo Vieira - 0 ponto
9) Matteus Saldanha - 0 ponto
9) Tiago Reimann - 0 ponto
9) Marcelo Pereira - 0 ponto
9) Romário Braga - 0 ponto
9) Eduardo Saraiva - 0 ponto
9) Daniel Jacques - 0 ponto

Final:
1) Gabriel Dias - 745 pontos
2) Ismael Reichert - 735 pontos
3) Natanael Felipe Rhoden - 630 pontos
4) Marcelo Vieira - 620 pontos
5) Mauro - 590 pontos
5) Maurício Dias - 590 pontos
7) Luiz Herrera - 550 pontos
8) Daniel Dias - 500 pontos
9) Guilherme Vieira - 475 pontos
9) Daniel Cardoso - 475pontos
11) Francisco Cavalin - 460 pontos
12) Mário Gayer do Amaral (Professor) - 440 pontos
13) Luis Mauro Gonçalves Rosa - 345 pontos
14) Tiago Reimann - 325 pontos
15) Marcelo Pereira - 310 pontos
16) Matteus Saldanha - 250 pontos
17) André Borges - 215 pontos
18) Pedro Henrique - 190 pontos
19) Eduardo Saraiva - 175 pontos
20) Romário Braga - 45 pontos
21) Daniel Jacques - 25 pontos



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